terça-feira, 21 de novembro de 2017

2º decênio de novembro

Tive uma recaída de depressão nas últimas 3 semanas ou um pouco mais; e não consigo imaginar o motivo, além da falta de resultado de tudo que venho fazendo pra vencer o tdah, principalmente se comparado ao efeito da ritalina. Fiquei uma semana sem tomar lítio tbm, pq o remédio acabou, eu não fui atrás de receita, etc.
E claro o fato de, no meio dessa crise, eu ter terminado uma relacionamento não ajudou em nada.
Graças a depressão, eu fiquei meio sem perspectiva e tudo parecia pior do que estava, mas a crise tá passando e meu otimismo e determinação estão voltando aos poucos.

O que não te mata, te fortalece, é o que dizem..
E minhas últimas crises depressivas comprovam isso, já que esse ano cada crise que tive serviu pra um propósito: parar de beber, me exercitar regularmente, mudar alimentação e, algo no qual ainda preciso trabalhar, desconstruir meu ego.

Boa parte do meu tempo tem sido gasto em reflexões existencialistas e outras questões do tipo; e dentre todas as reflexões que fiz, a principal foi sobre amor livre e no sobre eu não querer ser de mais ninguém, só MEU. Pelo menos por enquanto, pelos próximos meses, sei lá..
Talvez eu faça um texto falando sobre a minha conclusão a respeito, quando chegar a uma.



edit: 26/11

Conforme eu voltei pra rotina de exercícios, avancei na questão do ego e estou me acostumando com a "depressão pós-término de relacionamento", as coisas se encaixando e minha determinação tá voltando.
É muito difícil se livrar da vaidade e do narcisismo, e eu sempre fui uma pessoa egocêntrica, mas quanto mais eu me afasto dessas coisas do ego, mais confiante eu me sinto. Pois a humildade é um escudo mais digno para a autoconfiança do que a arrogância e a prepotência, que demonstram, na verdade, apenas insegurança.
Ainda falta muito pra eu me considerar livre do ego, ainda luto com minha vaidade e preciso me manter focado pra nenhuma das minhas vitória acabar subindo a cabeça.. mas enquanto há Força, há esperança.

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