Finalmente, último domingo antes de viajar.
Nem acredito; quando penso no pouco tempo que falta, e principalmente quando vejo a expressão do meu pai quando converso sobre isso com alguem na frente dele, parece uma coisa iminente, que quando eu piscar os olhos, já vou ter que me arrumar e ir pro aeroporto correndo.
Mas não vou pensar nessas coisas pra evitar a ansiedade; já comecei até a contar os dias - coisa inevitável considerando que não precisa fazer conta nenhuma, faltam seis dias e pronto.
Nessa semana, em que meu humor continuou decaindo até ontém a noite melhorar (sem motivo concreto), sai 3 vezes.
Na quarta, fui aproveitar a talvez última oportunidade de encontrar o pessoal do gradim e um ou outro do underground. Fui na Praça dos ex-combatentes, pra roda cultural e fiquei uns vinte minutos por lá e todo mundo já tava indo embora.
Depois, na quinta, resolvi ir na Cantareira e foi o mesmo de sempre, só bebi e fumei menos. Só foi legal por reencontrar uns colegas de trabalho e o pessoal de sempre, que eu não via há tempos.
Na sexta, fui pra Praça Zé Garoto, marcaram um encontro pra relembrar os tempos de 2006, 2007 e não deu quase ninguem; dai, de lá, fui com cheetos e três capsulas pequenas pra Praça Chico Mendes e fiquei bebendo num barzinho com a Thamires até umas seis da manhã.
Ontem não fiz nada da minha vida, só fiquei curtindo brisa com meu pai.
Agora, nessa próxima semana, devo ficar em casa até a sexta; sexta faço uma despedida regada a cachaça e mais algumas coisas, na casa do Ismail e sabádo, o mesmo no aniversário do Clark.
Enquanto não chega o fim de semana, vou tentar me manter fora de confusões.
O problema é as confusões chegarem no meu portão e me chamarem; é só isso mesmo que tem acontecido desde que parei de trabalhar.
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