sexta-feira, 18 de maio de 2012

Conversei dia desses(ontem, antiontem ou algum dia da semana..) com uma amiga sobre esse lance de espiritualidade, de se aproximar de deus, esses pensamentos agora recorrentes na minha cabeça. Antes de tudo, eu não sou religioso. Sempre fui, sim, uma pessoa muito iluminada e que gosta de fazer o bem, essas coisas. Mesmo que meio perturbado e com tendências suicidas Acho, como disse pra Nathália, as crenças ferramentas poderosas segundo a neurolinguistica, em primeiro lugar. Uma enorme fonte de força de vontade. Também acho que o ideal de perfeição de caráter das religiões é um ótimo modelo para auto-aperfeiçoamento. Sem falar de ser um dos 12 passos do AA/NA: "SEGUNDO PASSO: Vim a acreditar que um Poder maior do que eu poderia devolver-me à sanidade." E tem o lance de eu ser insuportavelmente bonzinho. Não consigo mentir pra lucrar, nem esconder coisas dos outros.. eu sou generoso até com drogas e faço vista grossa quase sempre que tentam me dar uma volta. Sem passar por (muito) idiota, claro. Eu posso mudar isso porque não tem motivos pra agir assim do ponto de vista materialista que os ateistas geralmente seguem ou continuar sendo assim(prefiro essa alternativa) e até me esforçando pra ser cada vez mais bonzinho, pra estar evoluindo e chegando mais perto da perfeição. Ou seja, de deus.

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