domingo, 17 de outubro de 2010

Quando tudo acabar

...estarei – como sempre - só e mal acompanhado. Mas afundo sem abandonar o barco. Antes abandonar aos seus sonhos do que abandonar a sua honra e nada existe de mais belo do que morrer de cabeça erguida.
Talvez apenas morrer nos braços de quem se ama; de preferência, na cama.
Eu, porém, seria feliz me afogando num copo de vinho. Ou de absinto. Vinho com absinto, tequila, limão e sal.
Coquetéis flamejantes e morfina na jugular.
Ou uma overdose de heroína. *-*. “It seems so good.”

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